Harry Potter and the Methods Of Rationality (HPMOR) – Pre-Review

[0]

Eu amo livros, mas é bem raro eu escrever sobre eles. Uma vez ou outra, mas bem poucas vezes mesmo, eu acabo escrevendo uma review bem pequena no Goodreads, mas quase nunca isso acontece.

Mas, depois de descobrir (por acaso) o livro do título desse post, tive que criar uma exceção.

Resumidamente, HPMOR é uma história (romance, posso dizer assim?) que utiliza os elementos, personagens e conceitos do enorme mundo de Harry Potter para criar uma nova plot. Essa nova história possui várias coisas em comum com a original da J. K. Rowling, você vai ler sobre Voldemort, sobre vários feitiços já conhecidos na trama, as mesmas lojas de magia, enfim; mas a premissa é a seguinte: Harry Potter (lá pros seus 11 anos, antes de entrar em Hogwarts) é um cara intelectual, me atrevo a dizer geek inclusive, que estudou e leu bastante livros sobre ciência e afins. É o nerd dos tempos modernos, for that matter; bem diferente do Harry da história original. Ele é mais intelectual do que a Hermione que você conhece!

Bem, a palavra certa é racionalista, inclusive é daí que vem o título do livro.

E enfim, só com essa premissa, o principal autor do livro, o Eliezer Yudkowsky, conseguiu desenvolver uma história fantástica. Conseguiu prender a minha atenção depois que eu li menos de 1% do livro (geralmente uma boa convenção é 3–6%). Isso é muito pouco, e é assim que a gente é capaz de identificar livros [muito] bons [1]. Convenhamos, se você tem que chegar em 10% do livro para que ele fique interessante, então provavelmente é melhor você procurar outro livro para ler.

Dito isso, eu gostaria de eliminar qualquer tipo de bias: não, eu não sou fã de Harry Potter, em geral — seria muito fácil recomendar um livro da série se eu fosse fã da mesma, certo? Eu gostei muito dos 7 livros, me amarrei na história, mas não a ponto de me tornar um fã. O que é ser fã de um livro? Bem, se você procura por fan-fictions ativamente e/ou participa de uma comunidade on-line do livro (como um subreddit ou grupo no Facebook) mesmo depois de ter lido todos os livros da série, então provavelmente você é um fã da mesma.

Só para dizer mais algumas coisas e relatar alguns fatos relacionados (ou não):

  • o autor do livro é um cara bastante inteligente. Estuda Inteligência Artificial sei lá onde e parece que ele é um drop out do ensino médio, então ele aprendeu AI sozinho. Um autodidata respeitável, no mínimo. E sim, saber essa informação ajuda a entender porque o livro fica interessante e num tom bem peculiar.
  • esse mesmo autor mantém um blog/wiki/site/portal [2] chamado lesswrong, cujo propósito é discutir sobre métodos de racionalidade e algo do tipo. Coincidentemente, faz uns dois dias alguém no fórum do Arch postou um link [3] pra lá.
  • outro motivo para eu gostar desse livro: eu me identifico 110% com o personagem principal (tá, isso sim é um bias [4]). Eu já fui extremamente pedante (agora sou só um pouquinho), ou racionalista, se preferir usar a terminologia do livro. E cara[mba], o Harry dessa história me lembra muito eu mesmo faz uns anos [atrás]. Acho que também me identifiquei bastante com o personagem de [1]. Talvez o que constitua um bom livro, afinal, seja o quanto você consegue (i) se identificar ou (ii) identificar alguém que você conhece º no enredo do mesmo. Já parou para pensar nisso?
  • no momento desse post, li exatamente 3% do livro (ele é bem grandinho! Umas 600 mil palavras, pelo que vi), mas já aconteceu tanta coisa na história que nem parece que li isso “tudo”. Nesse ponto, gostaria de dizer que o autor sabe usar muito bem do elemento ‘humor’.
  • e de verdade acho que não foi só o autor que escreveu o livro, parece que ele foi meio colaborativo também, ou algo assim…[citation needed]
  • chega. Quer mais? Subreddit. E baixe o livro em mobi ou epub no site.

Esqueci de dizer: consegui reencontrar a fonte da serendipidade. Só descobri esse livro por causa desse tweet.

TL;DR

cognitive biases, psicologia, humor, muita verossimilhança, racionalidade, física, e uma história [alternativa] muito interessante. Super recomendado. Ah, e esqueci de dizer: imprevisível também. Isso faz toda a diferença em um livro.

Footnotes

  • [1]: O último livro que me lembro que também me prendeu em uns 2% de leitura foi o Ready Player One, do Ernest Cline. Show de bola também, e super recomendado! Ah, esse livro merecia um post à parte…pena que não escrevi um na época que o li.
  • [2]: isso não é algo tão raro assim. Exemplos que me vêm à mente: c2wiki, o site do Alex Schroeder (a random emacs guy), skilledtests (acabei de resgatar esse link das cinzas, minhas habilidades com search engines estão boas! Palavra-chave: identi.ca wiki). Esse tipo de site é uma coisa que eu acho bem maneira! É basicamente uma espécie de personal wiki colaborativa. Se é que isso faz sentido. Nah, eu já tentei fazer isso uma vez pra mim, mas não deu muito certo.
  • [3]: até que ponto ter “paciência” com quem pergunta questões em fóruns sem demonstrar muito esforço de pesquisa? É mais ou menos isso que esse artigo discute e o contexto no qual ele foi postado. Isso merece suas discussões em outro lugar. Mas eu sempre gosto de linkar pra essas duas páginas: How to ask questions the smart way e por favor não seja um help vampire (plus).
  • [4]: diria que um confirmation bias. São muitos biases(!!!) Aiai, psicologia humana! Por sinal, esse livro descreve, ao longo da história, uma porção de biases cognitivos. Muito bom para aprender sobre psicologia! Eu amo psicologia (especialmente psicologia cognitiva), e acho que já falei em algum lugar que se eu não fizesse computação, existiria uma boa probabilidade de que eu tivesse cursado psicologia. Por sinal, leia esse livro. Ele ensina muita coisa legal sobre psicologia.
  • [0]: esse post mostra, acidentalmente, que é muito mais gratificante “se aliviar” postando uma porção de links em um post de blog do que tentando criar enormes listas ou diretórios de links [organizados] de assuntos relacionados. Eu demorei dois anos para descobrir/concluir isso, mas acho que aprendi a lição. Aliviar a tensão, como dizem. Bem, outros dizem o contrário.
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Harry Potter and the Methods Of Rationality (HPMOR) – Pre-Review

Journal #22: 2015.1 — small review of a really serendipitous semester

Previous one: 2014 – Small review of a really nice year 🙂

This post is divided into two sections:

  • the first one is a re-review of the previous post: ya know, like which things turned out to be a complete mess, and which ones turned out to be really nice.
  • the second one includes news from the latest semester (aka 2015.1)

By the way, I am thinking into turning this into a new series. This kind of post is very [stable] and is a really nice way to share several thoughts and impressions at once. So, let’s go:

2014 re-review

This will follow the same order of the previous post. Now:

  • Some static site generators are a total waste of time.
  • Próximooooooooooo [1]
  • CTFs turned out to be something I really like. In particular, Information Security and Computer Networks are among my top interests in computing.
    • Yeah, I participated of the CERT.br challenge yet again, and got the second place (again! xD). By the way, this was one of the things I was most expecting about 2015.1, My salutations to the CERT.br team.
    • Reverse engineering is cool but very uncertain sometimes.
    • “Worse is better”
    • gdb is more powerful than I could imagine (though this doesn’t mean it is necessarily easy to be mastered…)
    • Python is amazing to program some network tasks in CTFs. Yeah, better than ruby.
  • Hackathons are: sometimes very overrated; but sometimes very nice. The choice depends on the context. ==> Stay away from the overrated ones, please.
    • Citation needed (?)
  • Firefox OS is pretty much dead. It is better to develop a mobile-friendly website rather than [trying to] waste time learning how F.OS works. Also, read the opinion of Jeremy Garcia about Mozilla (or, like Brian likes to say, “Motzilla”. Yeah, The Bad Voltage guys *do* really rock!
  • I still love the Arch community but I’m trying to find new [stable] ones. Rust looks like a nice candidate at the moment. Haskell turned out not to be very [stable] in terms of community, however it is a nice language indeed. Hacker News turned out to be [stable]. Reddit continues to be very [stable].
  • Ah yes, you might be wondering about this [stable][2] thing.
  • Tumblr turned out to be [stable] too. In fact, I’m beginning a new niche blog in there. More on that later.
  • AUR is still the best software repository out there. And now it reached 4.0.
  • Markdown “languages”: I don’t care about either asciidoc or mediawiki anymore. Markdown itself is still the best one out there.
  • Programming languages: I lost my interest on lua and perl; I over-created an interest on Rust; and I’m beginning to discover the inner workings of python. Ok, python 2, I confess. nobody cares about python 3…
    • Oh yes, in particular, ipython is awesome!
    • virtualenv + pip too.
  • I completely ditched out emacs from my life. Along with RSIC-x C-c. I don’t even use orgmode anymore. Oh, that was said…I really love orgmode! But it is only available though emacs, so goodbye. I’m mainly using google keep + google (spread)sheets now. Yeah, Google knows everything (okay, 99%) about me.
  • R is the BEST thing to plot graphics. [stable]
  • No MOOCs (coursera, edx, etc). However, who cares? ACHIEVEMENT UNLOCKED: I read ~42 books within a single semester. And this is well documented on Castalio Podcast as a friendly interview to Og and Elyézer.
  • I’m now achieved the [master] level regarding creating LaTeX presentations / slides with LyX. Here are some of them. It rocks.
  • TV Series: season #2 of Silicon Valley was really nice. I’m still waiting for another season of Black Mirror; and Game of Thrones turned out to be very amazing, even though I watched most of its episodes from the first three seasons in 1.5–2.2x playback speed. My brain is now hard-wired to find the 2-min opening theme way too slow in 1.0x. No more series.
  • Already talked about books…and, yeah, goodreads + calibre + kindle are the best triple one could have.
  • Operating systems still consume much of my time and interest. I really like to get in touch with the latest technologies. Achievement unlocked: installed OpenBSD in my ultrabook. Ok, just for a while. And managed to get wi-fi connection working on it. Oh, poor package management security freak thing. No more windows. Pun intended.
  • No games this semester. So sad…also, kongregate is slowly dying. Along with Flash.
  • Spotify still rocks. Nice bands/music I discovered [3] this year (or I think it was this year): Foster the People, Imagine Dragons, Jack Johnson, Jonathan Coulton, Lana del Rey. Also, it looks like Taylor Swift has 10% of my last.fm scrobbles, OMG. Maybe this influences me unconsciouslly.
  • I improved my game creation / computer graphics skills by developing an Ogre3d game (still WIP).
  • Vim is not a [stable] IDE. But it is a [stable] text editor for me now, thus replacing emacs. It lacks autocomplete…no plug-ins are good for this.
  • Android 4.4.x manual update on my humble Motorola Razr I: it was a nice learning experience and the system got much better overall.
  • Privacy? Pretty much the same.
    • Now I adopt the concept of disposable posts.
    • uBlock is slightly better than adblock for my purposes. And AdAway still rocks.
    • Created then immediately abandoned my Instagram account.
    • RSS feeds? Inoreader.
  • I still love podcasts. I listed the top ones I most enjoy [today] in here.
  • Languages? I feel I want to learn Russian but I didn’t to that this semester. Still waiting for Duolingo to launch it. It should be complete by the end of the year.
  • No, I’m not migrating this blog to anywhere else anymore.
  • My tumblr is an occasional source of serendipity links.
  • No, I’m not in vacation at the time of this post.

Hello — er, I mean, goodbye — 2015.1

Now let’s index a few nice things about 2015.1.

  • You’re right, I don’t even know where to start from.
  • Let’s begin with the “achievement unlocked” moments, then (not in any particular order):
  • Achievement unlocked #1: achieved 500 posts on the Arch Linux Forums. This is the fourth on-line forums where I achieve 500 forums. (1 = a MMORPG game — damn, I had ~12 years. No more of these games now!; 2 = fórum do só matemática; 3 = fórum da OBMEP (3 vezes ou 2); 4 = arch). The actual number of posts is not important, but this is ==> [stable]
  • Achievement unlocked #2: listened to probably more than 1000 hours of podcasts (not only in 2015.1, but summing it all up from the beginning). Maybe more than 2000? I’m not sure. Ok, in fast playback mode. I just know that just Everyday Linux alone accounts for ~180+ episodes times ~1.2 hour each ==> more than 200 hours. By the way, thanks to EDL [4] (everyday linux) my English listening super boosted in the last years. It was the first podcast in English I began to listen in fast playback speed (~1.7x, maybe) — actually, i t was the first podcast I ever listened to.
  • Achievement unlocked #3: about to achieve 15k scrobbles on last.fm.
  • Achievement unlocked #4: more than 1200 movies/series/whatever marked as watched on my filmow. Okay, patience deteriorates over the years…I’d say one fourth of these were watched in fast playback speed.
  • Yes, this ‘fast playback speed’ thing became [stable] in the last months.
  • Okay, no more numbers. I’ll stop digging up my web accounts.
  • About some technical stuff:
    • httpie rocks
    • rust rocks
    • debian [stable] is a bad desktop environment for power users…however, it is okay for ‘i-dont-care’ users.
    • cherrypy and sqlalchemy rock for python development
    • docker rocks (see also: this <== yeah, Jess also rocks)
    • http://curlpipesh.tumblr.com/ <== shame on you people who | sh
    • mate is the best desktop environment in the Linux Desktop world, but I still prefer no DE at all, so I’m still a heavy user of i3wm.
    • creating random PKGBUILDs to help random people on the arch forums rocks 🙂
    • Walter Lewin rocks
    • Ultrabooks become very fragile over time. I’m not buying them anymore.
    • Clickbaits are more present than I realized. I feel like I’m inside one of Philip Pullman books whenever I see clickbaity articles. It is like a different perception of the world. Social network and collaborative sites are full of them. The good news are: you get better into discovering (and disposing/ignoring) them soon as more come into your way. Flag all of them as spam/inappropriate, please.
    • blackarch rocks
    • LVM rocks
    • Ajaaaaaaaaaaaaaaaaaaax and jquery are very powerful.
    • netbeans/java/eclipse are lame…
    • I can’t continue this list indefinitely, so I’m stopping here now. But I’m pretty sure I forgot to include several things in here.
  • I feel I said so much but I have even more to say…maybe I should start a podcast to express more in less time. No, not really, so much work…

Okay, if you got here, thanks for you attention, and I hope I didn’t make you feel bored. Also, I really hope that some of the things I shared over here were new to you so you can (too) feel the same feeling of serendipity and satisfaction I acquired when I discovered / worked with / achieved a few of those things. Bye.

Footnotes

  • [1]: If you didn’t understand this, nevermind.
  • [2]: this is a word I overuse (yeah, even more than serendipity — and yeah, it *must* be between brackets) as a neologism. Its meaning is ~”something I used / participated for a reasonable period of time and decided that I liked / that is part of my life — not only casually, but usually more or less near my context”. Does this definition sounds clear? And yeah, there is [unstable] too. The origin of this expression in my vocabulary originates from arch repositories.
  • [3] not really discovered, but that turned out to be [stable]
  • [4] not just to EDL (2012–present)…but it takes probably most of the credits. Josh Waitzkin in Chessmaster 10th also takes some of them (~2009-10). Namco’s Ace Combat game too (2008–12(?)). And so on…
Journal #22: 2015.1 — small review of a really serendipitous semester

Wrapping up — FreeBSD Overview (Part V / last one)

Previous post.

This is the final post of this series.

TL;DR: In this post, random maintenance and cleaning, better defaults, etc; and, in the end, a small review and opinion about FreeBSD.

Keyboard map

I’ve finally discovered how to change my console keyboard map.

kbdmap, then choose your keymap in the curses screen.

Another option is to directly load a keymap file:

kbdcontrol -l /usr/share/syscons/keymaps/br275.iso.kbd

Default shell

To change my default shell to bash:

chsh -s /usr/local/bin/bash root

You might recall I’ve already installed bash before, but I haven’t changed it to be the default one, until now.

Creating new ports

ThePorters Handbook is a fantastic manual on how to create your own ports. However, given its complexity, I’ve realized I probably won’t create any new ports for FreeBSD. I come from the PKGBUILD world, where creating a package is really simple. It is so simple that I can explain it to you in just one paragraph:

Just take an existing PKGBUILD file, modify it to your needs (it’s just bash scripting), then use makepkg to create a .tar.xz package. You can install it with makepkg -i.

OK, I’m not comparing Arch to FreeBSD, and I don’t want to begin a flame war. But here is the problem from my point of view: a FreeBSD port use many predefined variables, and the process of testing and creating a port is divided in several steps (it should be just a few). You can confirm what I’m saying by skimming the handbook.

Anyways, I’m willing to try to create a port in the future. Also, I can’t say that modifying an existing ports is difficult: it is probably not. For example, if I want to change a nginx compile flag, it should be easy. I believe it is. This is good, because most people will just modify an existing port, instead of creating a new one.

There is a list of requested ports, where you can contribute to the project if you want to.

Poudriere

In the last post I’ve said I would install poudriere for a friend. It turns out this is not necessary anymore, because he already installed it. This is not an excuse, as it doesn’t need to be (=I don’t care, really); I just believe it is wasted effort to install it for no purposes.

However, I’ve skimmed over a couple of pages and tutorials, and it looks like a good and standard solution for the FreeBSD world. If you want to maintain your own collection of ports and your own package repository, you just install poudriere then tell it which ports you would like to be available. It will then build everything in a jail and later serve these packages. Well, actually it just makes the packages available; the responsible to serve is probably nginx or other common web server.

As a comparison, in the Ubuntu world you would probably create a PPA for that. In the Arch world, you would maintain a collection of PKGBUILDs then create your own repo from those packages.

Now, if you only want one or two ports, you don’t need poudriere just for that. You better store your patches or your built .txz binaries somewhere.

Services

I’ve already looked into services in previous posts. There is a good read about them in the official FreeBSD Hanbook: here (specially section 12.4, “Managing Services in FreeBSD”).

Style is like sysvinit/OpenRC; every service is either in etc/init.d or in usr/local/etc/init.d for user services. Usual tasks include: start, stop and status. There is one remarkable feature: if you want to execute a service only in the current session, you should prefix the command with ‘one’: onestatus, onestart, onestop. To make the services restart on boot, it is just a matter of adding a line such as:

SERVICENAME_ENABLE="YES"

in /etc/rc.conf or /usr/local/etc/rc.conf.

It is also possible to use the service command, although I usually avoid it.

Overall

I believe there is not much more I can add. This was intended to be both an overview and a documentation with my experience and exploration about the FreeBSD system. I can keep exploring more, however this would get out of scope.

Now, two things:

Feedback

What did you think about this mini series? Did you like it? Did you hate it? Have you learned anything new? Any suggestions or corrections? I am open to critics and would really like to hear you; if I ever write a new overview about other subject, this would be useful to me. Well, if you have something to say, just leave a comment! And, of course, if you are reading this, thanks for your attention! I’m boring, I know :), and yet you have managed to come here, so I appreciate it.

What is my final opinion about FreeBSD?

I can’t express everything I feel in just a subsection, but let’s try to summarize it: I liked it. I won’t say I loved it, neither that I super enjoyed it, because this would not be true, however the system is really nice. Many packages and ports are available, there is a reasonable active community out there, many blog posts and documentation scattered across the web, and a very good flexibility about customizing your system by editing ports and compiling packages: this is not easy to achieve in some linux distros!

Use cases? Servers, period. This is not a system I would use for a desktop. Neither for my own, neither to recommend to other people. There is a distribution called PC-BSD which may be a good choice for desktops, but I never tried it myself. Why not a desktop? Maintenance, mainly. And setup time / configuration. One might argue that Gentoo and Arch are in the same category in this aspect, but I have to disagree. OK, true reason? Compatibility. I am more comfortable in running desktop software in Linux rather than in *BSDs, because support and documentation for Linux is much more available. For servers, this doesn’t matter much, because use cases are is usually specific.

And now, how would I rank it, compared to other Linux distros? Hmmmm, that’s tricky. Well, for servers, FreeBSD is the best distribution regarding customization, because of its ports system. It is not super easy to customize a .deb or a .rpm package; so, FreeBSD covers specific use cases for servers (don’t forget about poudriere here). If customization is not much necessary, it competes well with debian. Problem with debian is that it kinda enforces you to use specific stacks of software – for example, apache with php. You can use php with nginx, but it is a little boring to see warning messages about apache in this case. And CentOS packages are old, really old. FreeBSD wins in this aspect, because its packages and ports are usually more bleeding edge / up-to-date.

I guess that’s it! See ya.

Wrapping up — FreeBSD Overview (Part V / last one)

Tchau, WordPress?!?

Update (2014-07-13): tomei uma decisão. Posts mais elaborados e/ou challenges ficarão em https://thiagowfx.github.io/blog/. No entanto, sempre que eu começar algum post desse tipo por lá, também o divulgarei aqui. Dependendo de sua relevância, pode ser que eu sequer divulgue, ou que eu divulgue vários de uma vez (em vez de um de cada vez). O motivo é bastante simples: é muito fácil postar no WordPress. Basta abrir um web browser. Ou mesmo o aplicativo do Android (apesar de que eu desinstalei o aplicativo, e não pretendo instalá-lo novamente). E voilá. No entanto, apesar de ser fácil postar, é relativamente mais difícil escrever de modo flexível. Por exemplo, quando preciso incluir muitos links, ou escrever código, ou mesmo algum texto mais estruturado (com seções, subseções, etc), é muito mais fácil escrever a partir do meu editor de texto favorito (emacs!) e utilizando a linha de comando. Então, vou adotar esse método misto. Não me agrada muito possuir duas plataformas, mas um dos outros motivos para me levar a continuar no WordPress é o fato de que eu sigo vários blogs hospedados aqui. Então…é isso 🙂


 

Essa já deve ser a quinta vez que ou eu congelo o blog ou que eu digo que vou parar de postar aqui. Mas, volta e meia eu volto atrás e acabo postando novamente. Então, já deixo claro que essa pode ser mais uma inútil tentativa de sair desse ciclo.

Bem, parar de escrever é improvável, sempre tem algo que eu quero comentar. Às vezes em forma de tutorial, às vezes em forma de divulgação, ou challenge, ou recomendações, ou dicas, ou novas descobertas, ou críticas, ou opinião, ou planejamento, ou contar as minhas experiências (mais), aprendizado coletivo, novos projetos…ufa!

Expressar os seus pensamentos no meio virtual é uma qualidade que aprecio bastante, e que (relativamente) poucas pessoas são capazes de fazer, de modo que podemos até mesmo colocar isso como um dom. É por isso que também gosto de ler bastante. Atualmente, constam 98 feeds no meu leitor de RSS. Não que eu leia todos, encontrar boas fontes é um desafio, mas vamos tentando guardá-las uma vez que as encontramos.

Naturalmente, a maioria dos meus posts são um tanto corriqueiros, escritos de uma vez só e sem revisão. Isso tem pelo menos duas explicações: (1) faz parte da coisa e torna esse processo mais natural — e é precisamente isso que me motiva a escrever; (2) seria difícil sair da categoria “blog pessoal” para escrever, digamos, numa coluna em um meio de divulgação maior. Mas, estou bastante satisfeito com a categoria “pessoal”, e essa é uma das premissas que fazem com que eu não tenha que escrever necessariamente um conteúdo para as pessoas lerem, mas sim um conteúdo que eu quero escrever. Se as pessoas gostarem, naturalmente, isso é um bônus; o ponto é que eu não preciso escrever para ganhar views, mas sim para expressar pensamentos. E esse ponto é fundamental: hoje em dia, na era do auge da informação, tem tantos títulos de posts e/ou artigos sensacionalistas, que expressam algo não necessariamente verdadeiro ou transparente. Er. Mais um motivo para você montar o seu próprio feed RSS, em vez de acessar websites/portais “grandes” de notícias.

Bem, antes que eu saia do tópico, o motivo desse post é o seguinte: vou fazer uma tentativa de migrar o meu blog pessoal para o Jekyll, no mesmo lugar onde está localizado o meu website pessoal. O objetivo disso é reunir todas as informações em uma única plataforma, e também poder escrever sem ter que abrir o web browser, 100% pelo urxvt ou pelo emacs. Bem, atualmente eu escrevo no WordPress pelo org2blog do emacs, então a princípio a segunda justificativa não seria completamente essencial.

Mas enfim, a nova URL é: https://thiagowfx.github.io/blog/. Note que lá existem alguns posts do meu antigo blog “ICPC Journal”, onde eu escrevia sobre programming contests e coisas do tipo. Repito: pode ser que eu abandone, mais uma vez, a ideia de sair do WordPress, e que daqui a uns dias (ou semanas) eu volte para cá. Então, se por acaso você tem o meu WordPress no seu agregador RSS, recomendo deixá-lo lá por mais um tempo.

Tchau, WordPress?!?

Ace Combat (D)assault Horizon — Mini Review

Só para não começar sem uma introdução: esse post contém a) uma pequena review do jogo acima e b) reflexões gerais sobre os jogos dessa geração. E, como sempre, não espere que esse texto seja desenvolvido de forma linear (não está mesmo =P).

Booooooom
*Boooooooom*

Ah, como os jogos de hoje em dia estão ficando cada vez menores. Sinto falta daquela ‘magia’ dos clássicos. OK, eu não me refiro a clássicos como Mario ou jogos de consoles ou plataformas antigos. O próprio Ace Combat 2 (PLayStation 1) serve como um exemplo de clássico.

É que nem o caminho que alguns sistemas operacionais de hoje em dia estão tomando. Seja pela computação gráfica, pelo gameplay, pelo plot, ou até mesmo pela trilha sonora, está tudo ficando cada vez mais dinâmico. Investe-se bastante tempo, esforço e recursos numa superprodução (e põe super nisso!), mas o usuário final só pode desfrutar de um pedacinho desse resultado. Senti a mesma sensação quando zerei Portal 2 pela segunda vez faz um mês. Talvez eu não tenha notado isso pela primeira vez, mas na segunda percebi que o jogo era menor do que se parecia. Na verdade, o jogo é pequeno pra caramba, consegui zerá-lo em um único dia. O mesmo se aplica para o Assault Horizon. É um jogo tão pequeno, zerável em um único dia. E eu o joguei no nível difícil (“elite”). Ah, pelo menos preservando parte dos clássicos da série Ace Combat, quando você o zera, o um novo nível é desbloqueado (adivinha o nome…”ace”, claro!). Os Call of Duty modernos também são um ótimo exemplo de jogos super (ah, o Assault Horizon — agora referido como ACAH — também é super no seu peso, uns bons 11 GB) porém efêmeros.

Antes de tudo, você deveria saber que eu sou um super fã da série Ace Combat. Apesar de tudo, um fã por acaso. Tive sorte que vários títulos foram lançados para o PlayStation –> Ace Combat 2 para o PS1, e Ace Combat 0 e 5 para o PS2. Na verdade, ainda tinha o 3 e o 4, mas esses eu infelizmente não joguei. Ah, leia mais desse lero lero na Wiki. Cheguei até a jogar parte do 6 (para Xbox 360), mas o DVD estava ruim, travava na quarta fase. Well…

Ace Combat provavelmente foi o jogo que eu mais joguei, em número de horas. Provavelmente o segundo lugar é ou do Age of Empires II (PC, Windows XP, e depois 7, na época), ou do Star Wars: Battlefront II (PS2 também). O AC0 eu devo ter zerado umas 7 vezes (uma em cada nível, e provavelmente um nível joguei repetido) e o AC5 umas 5 vezes. E, naquela época, os jogos eram maiores — como eu disse no início do texto –, então imagina que eu tomei uma boa parte do meu tempo no ginásio fazendo isso. Não é à toa que eu gosto de caças, e que sei o nome (“nome”) de vários deles de cabeça. É engraçado falar isso, porque hoje em dia o que entope a cabeça dos jovens são o nome de vários heróis, spells, itens, skills e magias em jogos como DotA e LoL. Antigamente nada disso existia, então as memórias que se retinham eram outras.

Ah, você também deveria saber que essa é uma das poucas exceções da minha vida que eu abri no que diz respeito a jogar o mesmo jogo mais de uma vez. Eu realmente acho (sempre achei) uma completa (total!) perda de tempo você jogar o mesmo jogo várias vezes (a menos que jogue num nível mais difícil depois, mas ainda assim…), assim como ver uma série de TV ou um filme várias vezes. Simplesmente porque isso tende a não agregar nada de novo. Resolver o mesmo problema de programação várias vezes…sabe, é sempre melhor procurar uma alternativa, algo novo, mesmo que seja do mesmo gênero. Uma outra série, um outro jogo, problemas mais avançados.

Eis alguns aspectos do ACAH.

Trilha Sonora. Muito boa. Mantém a qualidade dos Ace Combat anteriores. Tenha a certeza que vou ter mais alguns arquivos mp3 na minha biblioteca pessoal de músicas.

Efeitos de som. Caaaaaaaaaaaaaaaaaaaramba, sensacional. Só para deixar claro: trilha sonora diz respeito a “música de fundo”, e efeitos de som diz respeito a todo o resto: explosões, explosões, mais explosões, o vento, o motor do avião, até mesmo as vozes de rádio dos personagens. O ACAH superou os Ace Combat anteriores nesse quesito. Nunca fiz tanta questão em usar headphone pra jogar um jogo (o segundo jogo que entra nesse quesito é, certamente, Portal 2, ótima trilha sonora e ótimos efeitos de som também). A toda hora, sempre tem um efeito de som diferente. Especialmente no nível Elite (imagina no Ace…), toda hora tem algum caça mirando em você, toda hora você está tentando estabilizar a sua mira em alguém, toda hora tem algum aliado cheio de mimimi por ajuda e, por isso, toda hora tem um efeito de som típico desse combate. É uma sensação que eu não sei descrever muito bem, mas só digo que ficou sensacional. Capricharam nesse aspecto. Experimenta abrir esses 3 vídeos ao mesmo tempo para entender o que eu estou dizendo:

Entendeu? Hahaha, isso é muito legal.

Gameplay. Introduziram várias coisas novas (e tiraram várias coisas antigas…normal, não?). Em particular, existe uma nova engine, um novo sistema de combate aéreo. Vou dizer que gostei bastante. Se chama “dogfight mode” (DFM). Tem um novo modo para combate terrestre também. Isso definitivamente foi um bom diferencial. Acrescenta uma dificuldade bem peculiar ao jogo. Em particular, fico imaginando como foi a programação desse troço, é algo realmente bastante avançado, mas ainda assim não parece tão artificial ou forçado para o usuário final. No fim das contas, ele ainda precisa ter o seu “talento” para ser um bom Ace. Digo isso porque muitos jogos hoje em dia simplesmente não contam mais com a habilidade do jogador, apenas contanto com ações que sempre vão acontecer, sendo que o jogador apenas vai as encaminhando aos poucos. Nesse ace combat, mesmo sendo mais dinâmico e tudo o mais (como eu disse antes), ainda assim o sucesso da missão depende de você.

Dificuldade. Você já viu que eu sou um fã da série, então o que eu disser aqui é bastante influenciado. Você também leu que eu zerei o jogo em menos de 24 horas (não seguidas…)., no nível elite (“difícil”). Então, eu achei o jogo relativamente fácil. Veja bem, em várias partes de algumas missões eu tive que jogar mais de 10 vezes para passar (umas 3 partes), em outras eu morri uma vez ou outra, mas nem tanto. Em particular, na última missão, eu passei de primeira. Isso usualmente é raro, nos outros ace combats eu sempre tive que jogar várias vezes a última missão. Isso não significa que ela foi fácil, acho que eu demorei mais de 10 minutos, talvez uns 15, para matar um simples caça (claro, era o BOSS…o nome dele era Markov, finge que é peculiar), quase morrendo por pouco umas 2 vezes. Mas, assim, como ainda tem o nível “ace”, então eu achei a dificuldade do nível elite bem razoável. Foi trabalhosa, apesar de tudo. Se eu achei fácil foi por causa da minha familiaridade (experiência…) com os ace combats anteriores.

Duração do jogo. Já falei, não é? Achei curto. Podia ter mais missões. Sério, acho que teve umas 13, o Ace Combat 0 tem 21 (se não me engano), e o 5 tem umas 28. Isso porque a duração de cada missão tende a variar, de qualquer modo.

Variedade de caças. Hum. Esse não foi um ponto forte do jogo. Pelo contrário. Muito monótono. Os Ace combats antigos tinham uma variedade enorme, sem contar que sempre havia um sistema que comprar ou de vender caças. Aquilo realmente era um negócio (business, bro). No ACAH, além de não haver sistema de compra (você sempre pega algum dos caças que estão disponíveis), quase não se percebe a diferença entre os caças. Tem todos os clássicos, F-16, F-22, JAS-39C, Mig-29, Mig-21, A-10, F-14, Su-35 (e vários outros)…mas, por exemplo, se você jogar com o F-22 e com o Su-47, quase não vai perceber a diferença entre eles. Talvez nem do Mig-29 pro F-22. No Ace Combat Zero você percebia a mínima sutileza entre dois caças diferentes (bom, pelo menos depois de jogar um monte de vezes, não é…). Mas não aqui. Isso me deixou um pouco chateado, porque eu conheço os pontos fortes e fracos dos caças, então eu esperava aplicar esse conhecimento antigo para poder passar das missões de forma mais flexível. Maaaas, tudo bem.

Gameplay. De novo. Olha, para todas as fontes que eu li no ano passado, que me deixaram com vontade de jogar esse jogo: concordo plenamente com vocês, esse ACAH se parece pra caramba com o Call of Duty hahaahhaa. É sério, várias vezes durante o jogo você vê que é uma cópia de algumas ideias do Call of Duty. Eu não mencionei até agora, mas esse não é um jogo só de caças. Você também controla helicóptero, machine guns, bombers. Tudo firula. Vou dizer que gostei do gameplay do helicóptero. Nunca tinha jogado nesse estilo moderno antes, ficou realmente bom. Mas, foi realmente desnecessário colocar a parte das machine guns. Claro, deixa o jogo mais variado, mas…caramba, eu quero jogar com caças, não um mini FPS dentro do jogo. E o jogo já é pequeno, daí você coloca parte dele como “não caça”…enfim.

Pronto. Acho que cobri todos os aspectos relevantes (pra mim…). Tem um modo multiplayer também, mas eu não tentei ele ainda. Ah, os gráficos são sensacionais, é claro. Rodou até bem no meu notebook (Intel Core i5 + Intel Graphis HD 4000, no Windows 8.1 x64). Gostei das hotkeys padrões (joguei sem joystick, pelo teclado mesmo), só alterei umas coisinhas. Dava para controlar tudo pelo teclado, só a parte do helicóptero que precisava de mouse. Dava pra pular algumas cenas do jogo (isso é ótimo! Alguns jogos te obrigam a ver a droga da história, parece que é para não desperdicar o que foi gasto para renderizá-la…).

Overall: ótimo jogo, te faz lembrar dos Ace Combat anteriores (mesmo com o toque Call of Duty…), retoma aquela sensação que só o AC tem de pilotar o caça que nem um louco, e tendo que se esforçar para se desviar os mísseis e dos tiros, ao mesmo tempo que vai tentando matar uma nuvem de inimigos. O tempo realmente voou, porque o jogo foi curto mas, ainda assim, dá para aproveitá-lo. A Namco fez um ótimo trabalho, e eu acho que o AC ainda continua sendo o melhor simulador de vôo que já foi criado. OK, o melhor simulador de caças…certamente existem simuladores profissionais, para você aprender a pilotar um avião. Claro, eles não tem nenhuma ação, o que é bom (você não vai querer voar de verdade com ação, acredite…), mas também é ruim, porque usualmente um gamer só vai querer jogá-lo de curiosidade mesmo; esses simuladores são para uso profissional mesmo, não para entretenimento.

Não gosto de dar notas (estrelas, tanto faz o nome que você usar) absolutas para um jogo, então não vou dar nenhuma =P. Mas, relativamente comparando, eu colocaria esse ace combat bastante perto do 0 e do 5. É difícil até mesmo decidir se gosto mais do 0 ou do 5. Ele não chega a ser igual ao 0 nem ao 5 porque não é grande o suficiente e porque os caças não são variados o suficiente, e são esses detalhes que importam a longo prazo. Mas, definitivamente, o ACAH fica rankeado no nível dos Call of Duties “Modern Warfare” 2 e 3, e fica depois do Portal (o 2 é sensacional, nem tente comparar).

Esse é o primeiro post que eu escrevo a partir do Windows (eu acho), e é a minha primeira review pública de um game, em um espaço pessoal, que eu faço. Uma possível continuação, a partir daqui, seria gravar um screencast comigo jogando. Sim, isso provavelmente seria legal, ainda mais no nível Ace. Bom, vou pensar se eu faço isso. De qualquer modo, não vai ser tão cedo, porque há bastante coisa para fazer na faculdade. Por sinal, o ACAH provavelmente vai ser o único game que eu terei jogado até o fim do período (isso, ainda, em um dia só…mimi).

EDIT: Deu para perceber que eu tentei focar nos pontos bons do jogo (apesar de também ter citado alguns ruins). No entanto, eu não falei explicitamente o quanto os clássicos (AC0 e AC5) são muito mais fiéis, no que diz respeito ao espírito de simulação de caças, do que o ACAH que, nesse sentido, parece mais um jogo de ação. Enfim, eu vou deixar os comentários do steam aqui, eles complementam o que eu falei. Se você está pensando em comprá-lo, vale a pena lê-los antes.

Ace Combat (D)assault Horizon — Mini Review

Retrospectiva 2013 (blablabla)

Esse post é bem mais específico do que o título pode deixar a entender. Já existem emissoras de TV capitalistas que fazem retrospectivas gerais sob suas próprias visões capitalistas. Capitalista é uma palavra bem genérica nesse contexto, mas é melhor deixar assim mesmo, não preciso entrar em detalhes nisso.

Em vez disso, esse post é um pequeno resumo de minhas conclusões e aventuras desse ano. Está muito longe de cobrir tudo, senão ele ficaria enorme. Então selecionei alguns tópicos.

Adicionalmente, eu vou deixar claro — de antemão — que não vou incluir nenhum link aqui. Usualmente eu faço isso, mas dá um certo trabalho, comparado ao retorno que eu ganho com isso. Então, qualquer coisa simplesmente utilize os arquivos ou a função de pesquisar do WordPress.

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Retrospectiva 2013 (blablabla)